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| No
dia 16 de março de 1959, ao completar 12 anos de idade, Thomaz sentiu
uma vontade irrestível de ir até Faisqueira, bairro onde seu pai possuía
um sítio. Peguei carona em um carro de boi, e percebi que durante todo
o caminho era seguido por uma nuvem estranha. Eram quase 6 horas da tarde, quando cheguei e, com medo de anoitecer sem ter pescado, corri para pegar a vara e fui para o lago. Depois de um tempo de espera ouvi o sino da igrejinha batendo seis horas da tarde. Lembro-me que, ao soar a última badalada, veio uma faísca do céu que atingiu a ponta da vara, uma cana da India de quatro metros. No momento em que o raio bateu na ponta da vara, eu me assustei, vi a varinha queimar, se transformar em carvão e, ao mesmo tempo ouvi um zunido como um pavio de dinamite. Em alguns segundos, vi o rastro de fogo queimar a varinha e só quando ele chegou a um metro de minha mão, parou com um estrondo. Recebi um choque tão violento que o meu corpo foi jogado a quatro metros de distância. Apesar do choque, permaneci lúcido e vi meu próprio corpo ser irradia-do por luzes provenientes de uma nuvem escura. A seguir, vi-me flutuando no ar ao lado de meu corpo e vendo que sobre ele caiam novas faíscas, uma atrás da outra, durante muito tempo. Como é possivel eu estar aqui e o meu corpo ali? Ao cessarem os raios, houve um forte estrondo seguido de um silêncio total. Do silêncio, uma voz estranha que parecia ressoar do espaço em forma de eco, dizia: Tho…Tho..Tho…maz…maz…maz…seguida de uma mensagem: "Thomaz, entidades espirituais te protegem. A partir desse momento, terás poderes mentais para usá-los em benefício dos próximos, mas nunca em teu próprio proveito. Guarda o pedaço dessa vara por toda a vida e a toda pessoa que precisar de ajuda espiritual e mental, da uma lasquinha dela. Bastará que tenhas fé e confiança em Deus e faças uma prece e tudo se resolverá. Este pedaço de vara será um elo de sintonização com todas as forças cósmicas divinas e, através dela, você formará uma corrente mental, espiritual muito grande, muito poderosa. Estava lançada a semente da Mentalização Positiva. Terminada a mensa-gem, a nuvem que o envolvera se elevou delicadamente enquanto que ele reintegrava seu corpo. Sentiu descer e ao atingir o solo recebeu um outro choque. Em estado de alerta, procurava rememorizar todos os detalhes do fato, fortemente gravado em sua mente. Uma mensagem telepática também fora transmitida ao seu pai, que chegara ao sítio pela manhã, colocando-o a par do ocorri-do. |
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| No
dia 16 de março de 1979, dia em que completou 32 anos, Thomaz entrou
em contato - o primeiro de sua fase adulta-, com energias de luz. Ele
se encontrava na fazenda de sua irmã para festejar seu aniversário quando,
por volta de meia-noite, sentiu ser chamado por uma mensagem telepática.
Com passos longos e serenos, dirigiu-se para o lago da fazenda. A lua
cheia iluminava todo a paisagem. No primeiro contato de sua vida uma
nuvem o acompanhou; dessa vez o fora por uma nave de luz. Ao chegar
às margens do lago, ele continuou a caminhar sobre a água, em levitação.
Ao chegar no meio, percebeu uma luz muito forte que iluminou tudo, nesse
momentoThomaz viu seu corpo na horizontal em estado de levitação. Aos
poucos, ele afundou na água deixando somente seu rosto para fora. A
nave se aproximou e emitiu um facho contínuo de luz para o centro da
sua testa. Seu corpo se elevou e se iluminou aureolado de perfume. Em
seguida, ele desceu até à superfície do lago para alcançar a margem.
Nesse momento a luz cessou. Ao sair da água ele refrescou o rosto lavando-o
com água e lama; mistura que se transformou imediatamente em óleo perfumado.
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Contatos de 1980 |
| Em
junho de 1980, uma pedra atravessou o vidraça, sem quebrar a janela,
aterissando delicadamente na "sala de energizações". Em 1980,
uma outra vara de pescar foi queimada por energias cósmicas poderosas.
A cena se repetiu de maneira quase idêntica a primeira. Após recepção
de uma mensagem, Thomaz foi para o lago da Faisqueira, acompanhado de
sua esposa Lígia e de dois amigos (o professor Zanata e Luiz Macedo),
que assistiram ao desenrolar do ocorrido. Exatamente às seis horas,
Thomaz se encontrava às margens do lago e ouve soar as seis badaladas
de um sino invisível. Ouviu um estrondo forte e viu um raio luminoso
descer, queimando a vara que segurava. Assim foi queimada a segunda
vara. É verdade que nada mais sobrara da primeira, pois ela havia sido
distribuída a centenas de participantes da grande corrente de mentalização
positiva. |
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| Nos
anos 80, ocorreram contatos precisos com naves, cuja presença ele imprimiu
no céu, fotografando-as. |
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